quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Difícil Disfarçar Segunda Temporada

Capítulo 30 – O sonho.
3 semanas depois...
Sophia narrando:
“Eu andava por um lugar lindo usando apenas uma camisola branca que ia até os meu pés descalços, meus cabelos soltos e lisos.
A grama verde encobria meus pés e, ao meu redor flores dos mais diversos tipos e das mais diversas cores deixavam o lugar ainda mais lindo. Ao longe pude ver Lua abraçada a Arthur assim como Mel a Chay, eles não estavam com as crianças e Mica estava mais afastado deles. Quanto mais eu andava mais longe eles ficavam de mim, comecei a correr e finalmente os alcancei.
Notei que eles vestiam roupas inteiramente pretas e choravam em frente a um caixão branco.
Fui até o caixão e, ao ver quem estava nele comecei a gritar, mas nenhum som saia de minha boca, tentei tocá-los mas minhas mãos os atravessavam sem nenhuma dificuldade, olhei para meu corpo e notei que ele desaparecia lentamente.
Quem estava no caixão ? Ninguém mais, ninguém menos que eu, Sophia Abrahão”.
Tentei abrir os olhos e acordar desse pesadelo horrível, mas parecia que minhas pálpebras estavam coladas uma na outra. Logo comecei a ouvir sons e a me acostumar com eles. Havia uma voz, Micael, pude ouvir que ele falava comigo, as palavras foram tomando forma e eu finalmente as entendi.
Micael: Hey minha branquinha ! Quando você vai acordar pra mim, sinto tanto a sua falta. Nossa filha esta tão linda e parecida com você, seus cabelos são loiros e os olhos azuis tem apenas os traços do rosto iguais ao meu. Acorda logo pra ver ela. Eu vou sair logo, a Lua quer entrar e te ver.
Senti ele beijar minha testa, queria chamá-lo e meus olhos finalmente se abriram, pisquei algumas vezes e logo reconheci o quarto de hospital inteiramente branco, tendo somente os lençóis e um sofá em tons verde água.
Minha boca estava seca e eu não tive tempo de gritar seu nome.
Lua chegou logo em seguida, ela conversava com alguém que estava do lado de fora, de costas pra mim. Ela finalmente entrou e fechou a porta lentamente, ainda de costas. Eu finalmente consegui chamá-la.
Sophia: Lua !
Continua...



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