sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Vidas Cruzadas

Capítulo 21 – Almoço.
3 dias depois...
Arthur narrando:
Acordei, tomei um banho, me vesti e fui acordar Natalia. Cheguei ao quarto dela e ela dormia como um anjinho, hoje eu iria levá-la na casa de minha mãe para poder ficar com Lua, minha mãe topou na hora porque queria muito ficar com a neta e porque torcia por nós dois. Depois de muito resmungar, ela finalmente acordou e eu ajudei ela a tomar banho. Ela escolheu a roupa e mais uma vez eu a ajudei, descemos e tomamos nossos cafés. Eram 10:30 quando eu estacionei em frente a casa de minha mãe.
Kátia: Filho, Nati meu anjo !
Ela veio e nos abraçou.
Arthur: Oi mãe, qualquer coisa ligue. (me abaixei ficando da altura de Nati) se comporte aqui na casa da vovó.
Nati: Ta bom papai. (ela me abraçou e eu dei um selinho nela)
Kátia: A Lua não veio hoje ?
Arthur: Não nem passei na casa dela ainda. (falei me levantando)
Kátia: Uma pena, algum dia desse traga ela pra almoçar aqui.
Arthur: Ta bom, mas eu vou indo tenho que me arrumar.
Kátia: Ah, tchau meu filho, cuidado !
Arthur: Tchau mãe, tchau meu anjo.
Segui com o carro até a minha casa entrei e comecei a me trocar. Os planos para hoje seriam almoçar em um bom restaurante e depois namorar um pouco, ela poderia dormir aqui. Bom, eu não tinha toda uma programação somente o almoço, mas eu não me importava, queria estar com ela, só isso. Coloquei uma calça jeans, uma pólo azul e um tênis branco da adidas, arrumei meu cabelo e segui para a casa de Lua.
Bati na porta e logo ela apareceu sorrindo. Vestia um vestido preto que dava forma as curvas do seu corpo, um sapato azul forte, carregava uma bolsa e usava algumas pulseiras no braço. Seu cabelo estava solto mas lindo. Lhe dei um selinho.
Arthur: Tá perfeita.
Lua: Você também. Eu te amo.
Arthur: Não mais do que eu.
Eu cheguei perto dela e selei nossos lábios, logo pedi passagem para a língua e ela cedeu prontamente, eu a abracei pela cintura enquanto ela colocou uma mão em minha nuca e outra no meu cabelo. Paramos o beijo com selinhos.
Arthur: Vamos.
Estendi minha mão para ela pegar e assim ela o fez.
Fomos até meu carro e seguimos para o restaurante muito bonito. As luzes eram fracas e em um determinado canto tinha uma espécie de cascata que descia a partir de um vidro. Nos sentamos na mesa que eu tinha reservado na quinta.
Lua: Thur, aqui é lindo.
Arthur: Não mais do que você.
Fizemos nossos pedidos e quando a comida chegou comemos conversando, comemos a sobremesa e fomos embora. O dia só estava começando...
Continua...



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