sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Vidas Cruzadas

Capítulo 13 – Finalmente.
Arthur narrando:
1 semana havia se passado desde o ocorrido na balada, agora eu estava praticamente todo o tempo na casa da Lua, eu e Nati dormíamos lá praticamente toda noite, o feriado já havia se passado e aos poucos nos acostumávamos novamente a rotina de trabalho eu estava trabalhando em uma das empresas de meu pai e Lua estava trabalhando na produtora musical de seus pais. Nosso tempo juntos era a noite e nos fins de semana e hoje como era sábado permiti que Nati fosse dormir na casa de sua amiguinha novamente.
Arthur: O que vamos fazer hoje ?
Lua: Não sei, o que você sugere ? (ela deitou a cabeça em meu ombro)
Arthur: Eu tenho uma idéia.. (eu sorri com malicia)
Lua: Eu acho que já sei o que é.
Nati apareceu saltitante na sala interrompendo nosso beijo.
Nati: To pronta papai.
Arthur: Mas que linda minha princesa. (a coloquei no meu colo) Se comporte na casa da Lidia, ta ?
Nati: Ta. Lu, eu to bonita ?
Lua: Levanta.
Ela levantou e Lua também. Lua fez Natalia dar uma voltinha.
Lua: Ta perfeita, desse jeito daqui um tempo já tem namorado.
Arthur: Nem pensar, só depois que eu morrer.
Lua riu do meu ciúme paterno. Algum tempo depois levamos Nati até a casa de Lidia e depois voltamos para a casa de Lua.
Arthur: Finalmente.
Lua narrando:
Não deu tempo de responder, ele me prensou na parede e selou nossos lábios segundos depois pedindo permissão para aprofunda aquele beijo, eu rapidamente cedi. Os beijos se tornaram ferozes e quentes, as vezes eu puxava seu lábio inferior o fazendo gemer baixinho.
Suas mãos estavam por baixo de minha camiseta e as minhas afagavam seu cabelo as vezes os puxando. Ele me ergueu em seu colo e nós subimos escada acima até meu quarto. Ao chegarmos ele me jogou na cama e rapidamente começou a tirar sua roupa ficando apenas de cueca logo e “pulou” em mim me beijando com volúpia. Segundos depois pude perceber minhas roupas voarem e só o que nos separava eram as roupas intimas que logo foram arremessadas para algum canto que eu não me dei ao trabalho de olhar.
Naquela noite nos entregamos, sem sermos interrompidos, um ao outro. E depois caímos cansados logo depois adormecendo.
Continua...



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